A morte faz parte do desenvolvimento humano, a experiência da perda é um dos eventos mais doloroso que se pode vivenciar, tornando-se mais difícil quando se considera a mãe como figura de referência ou apego. O presente estudo aborda a temática acerca da morte na perspectiva do luto em decorrência da perda materna, tendo como objetivo compreender a vivencia do familiar diante da morte materna, analisando os sentimentos do filho no momento que soube da morte, descrevendo o imaginário do filho em relação ao velório e avaliando como este filho enfrentou o luto diante da perda materna.
A pesquisa utilizou-se de um estudo de campo, exploratória, com o método descritivo e com a abordagem qualitativa, obedecendo aos critérios éticos. Participaram dez pessoas adultas clientes de uma Empresa de Serviços Póstumos em Teresina, na qual foram submetidos a uma entrevista semi-estruturada, posteriormente os dados foram coletados e a análise de conteúdos efetivada. Empregou-se as categorias: a representação da figura materna; sentimentos vivenciados no momento que soube da morte materna e no momento do velório; os aspectos psicológicos do filho; o enfrentamento do luto.
Os resultados mostraram que o impacto da perda para o filho é influenciado pelo vínculo estabelecido com a genitora. Conclui-se que compreender os aspectos psicológicos vivenciados pelo filho diante da morte materna pode ajudá-lo a encarar e reconhecer sua perda como única, incomparável e incomensurável, em alguns casos se faz necessário o acompanhamento psicoterápico na elaboração do luto, principalmente quando a vivência torna-se prejudicada na ausência da mãe.
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Fonte: Psicologado

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